Índice Remédio AIRCLIN

Apresentações
Solução nasal em frasco spray com 15 ml do produto, que fornecem no mínimo 120 doses.
USO INTRANASAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
Composição
Cada dose contém: triancinolona acetonida 50 mcg. Excipientes: cloreto de benzalcônio, edetato dissódico diidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado, fosfato de sódio monobásico monoidratado, óleo de rícino polioxil-40-hidrogenado, polissorbato 80, propilenoglicol e água.
Informações técnicas
CARACTERÍSTICAS:
O triancinolona acetonida é um potente derivado da triancinolona. Em modelos animais de inflamação, o triancinolona acetonida é cerca de 8 vezes mais potente do que a prednisona.
Farmacodinâmica
Embora o mecanismo de ação antialérgica dos corticosteróides seja desconhecido, sabe-se que os mesmos são muito eficazes. Porém, quando os sintomas alérgicos são muito intensos, o tratamento local com doses recomendadas (microgramas) de qualquer corticosteróide tópico disponível não é tão efetivo quanto o tratamento com altas doses (miligramas) de corticosteróides administradas por via oral ou parenteral.
Um pequeno (aproximadamente 5-7 pacientes por grupo de tratamento) estudo paralelo foi conduzido para avaliar o efeito de AIRCLIN (triancinolona acetonida) no eixo hipotálamo-pituitário adrenal. Pacientes com rinite alérgica foram tratados por 6 semanas com doses diárias totais de 400 mcg, 800 mcg ou 1600 mcg de AIRCLIN (triancinolona acetonida), 10 mg de prednisona oral diariamente ou placebo. A resposta adrenal a um teste de estímulo cosintropínico de 6 horas sugere que doses de 400 mcg/dia de AIRCLIN (triancinolona acetonida) por 6 semanas não afetou mensuravelmente a atividade adrenal.
Tratamentos com AIRCLIN (triancinolona acetonida) utilizando mais de 400 mcg/dia demonstraram supressão do eixo HPA relacionado à dose e com 1600 mcg/dia obtiveram resultados similares ao tratamento com 10 mg de prednisona oral. Nenhum grupo de tratamento, incluindo a prednisona, demonstrou efeito estatisticamente significante comparado ao placebo.
Farmacocinética
Com base na administração intravenosa do éster fosfato de triancinolona acetonida, a meia-vida do triancinolona acetonida foi de 88 minutos. O volume de distribuição e o clearance foram respectivamente 99,5 l e 45,2 l/hora para o triancinolona acetonida. A meia-vida plasmática dos corticosteróides não se correlaciona bem com a meia-vida biológica.
A farmacocinética de AIRCLIN (triancinolona acetonida) foi avaliada em um estudo de dose única conduzido em 24 pacientes com rinite alérgica perene. Após a administração de dose única de 400 mcg de triancinolona acetonida [(duas vezes a dose inicial recomendada de AIRCLIN (triancinolona acetonida)], a concentração máxima (Cmáx) média da droga foi 1,12 ng/ml com Tmáx médio de 0,5 hora (limite: 0,08 - 1,0 horas). A meia-vida média de eliminação observada foi de aproximadamente 2 ¼ horas.
Um estudo farmacocinético para demonstrar a proporcionalidade da dose foi conduzido em pacientes com rinite alérgica perene. A Cmáx e a área sob a curva (ASC) das doses de 200 e 400 mcg aumentaram menos que proporcionalmente quando comparadas à dose de 100 mcg. Após dose múltipla, não houve evidência de acumulação da droga.
O sexo do paciente não influencia significativamente a farmacocinética de AIRCLIN (triancinolona acetonida).
Em estudos animais utilizando ratos e cães, foram identificados 3 metabólitos do triancinolona acetonida. São: acetonida de 6-hidroxitriancinolona, acetonida de 21-carboxitriancinolona e acetonida de 21-carboxi-6b-hidroxitriancinolona. Todos os 3 metabólitos parecem ser substancialmente menos ativos do que o composto devido à dependência de atividade antiinflamatória à presença de um grupo 21-hidroxil, a baixa atividade observada sob 6-hidroxilação e o aumento significativo da solubilidade em água, proporcionando rápida eliminação. Parece haver algumas diferenças quantitativas dos metabólitos entre as espécies. Nenhuma diferença foi detectada em modelos metabólicos em função da via de administração.
Estudos Clínicos
A eficácia de AIRCLIN (triancinolona acetonida) foi avaliada em 746 pacientes com rinite alérgica sazonal ou perene, em 8 estudos clínicos controlados completos.
No total, 1187 pacientes foram tratados com AIRCLIN (triancinolona acetonida) em todos os aspectos do programa dos estudos clínicos.
Três estudos multicêntricos adequados e bem controlados envolvendo 541 pacientes com rinite alérgica sazonal que receberam doses de AIRCLIN (triancinolona acetonida) entre 50 mcg e 400 mcg uma vez ao dia foram conduzidos. Os resultados demonstraram que pacientes que receberam ≥ 200 mcg por dia da droga ativa obtiveram alívio estatisticamente significante dos sintomas nasais da rinite alérgica sazonal incluindo espirros, congestão nasal, secreções e prurido, comparados àqueles recebendo placebo.
Em um estudo clínico que avaliou a eficácia após 2 dias com 200 mcg ou 400 mcg de AIRCLIN (triancinolona acetonida), somente a dose de 400 mcg demonstrou benefício estatisticamente significante sobre o placebo nos sintomas nasais da rinite alérgica sazonal.
Indicações
AIRCLIN (triancinolona acetonida) está indicado para o tratamento das rinites alérgicas sazonal e perene em adultos e crianças maiores de 4 anos.
Contraindicações
AIRCLIN (triancinolona acetonida) está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.
Advertências e precauções
A substituição de tratamento com corticosteróide sistêmico por corticosteróide tópico pode ser acompanhada por sinais de insuficiência adrenal; além disso, alguns pacientes podem apresentar sintomas desta retirada, como dor muscular e/ou articular, sensação de fadiga e depressão. Pacientes tratados previamente durante longos períodos, com corticosteróides sistêmicos e posteriormente com corticosteróides tópicos, devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à insuficiência adrenal aguda em resposta ao estresse. Nos pacientes com asma, ou outras condições que requerem tratamento a longo prazo com corticosteróides sistêmicos, a retirada dos corticosteróides sistêmicos muito rápida pode causar exacerbação grave dos sintomas.
Pacientes tratados com drogas imunossupressoras são mais susceptíveis à infecções que pacientes sadios. Varicela e sarampo podem se manifestar de forma mais grave ou até mesmo ser fatal em crianças ou adultos tratados com doses imunossupressoras de corticóides. Deve-se ter cuidado especial para evitar a exposição destes pacientes que não tenham contraído estas doenças. Em caso de exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina antivaricela zóster (VZIG) ou pool de imunoglobulina por via intravenosa (IVIG), quando for apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela, deve-se levar em consideração o tratamento com agentes antivirais. O uso de AIRCLIN (triancinolona acetonida) concomitante a prednisona sistêmica, em dias alternados, pode aumentar a probabilidade de supressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal comparado ao uso de doses terapêuticas de qualquer dos dois isoladamente. Portanto, AIRCLIN (triancinolona acetonida) deve ser utilizado com cautela por pacientes que já estejam recebendo tratamento com prednisona em dias alternados devido a qualquer doença.
Gerais: infecções nasais ou faríngeas por candida albicans: se isto ocorrer, deve-se interromper o tratamento com AIRCLIN (triancinolona acetonida) e realizar tratamento local específico para esta condição.
AIRCLIN (triancinolona acetonida) deve ser utilizado com cautela por pacientes com tuberculose ativa ou latente, ou por pacientes com infecções não tratadas causadas por fungos, bactérias, vírus sistêmico ou herpes simples ocular. Devido ao efeito inibitório dos corticosteróides, os mesmos devem ser utilizados com cautela por pacientes com úlcera do septo nasal recente, cirurgia nasal ou traumatismo, até que a cura tenha ocorrido. Como acontece com outros corticosteróides inalados por via nasal, raramente foram relatadas perfurações do septo nasal.
Quando utilizado em doses excessivas pode ocorrer efeitos sistêmicos, como hipercorticismo e supressão adrenal. Nestes casos, deve-se interromper o uso de AIRCLIN (triancinolona acetonida), lentamente, de acordo com procedimento aceito para a interrupção da terapia esteróide oral.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.
Biodisponibilidade sistêmica e supressão do eixo hpa (hipotálamo-pituitário adrenal):
o triancinolona acetonida administrado por via intranasal tem demonstrado ser absorvido pela circulação sistêmica em seres humanos. A biodisponibilidade do triancinolona acetonida quando administrado em forma de solução é aproximadamente 5 níveis maior do que na forma de suspensão nos outros sprays nasais. AIRCLIN (triancinolona acetonida), administrado a 5 pacientes com rinite alérgica na dose de 400 mcg/dia durante 42 dias, não afetou mensuravelmente a resposta adrenal ao teste de estímulo cosintropínico de seis horas. Doses de 800 a 1600 mcg/dia de AIRCLIN (triancinolona acetonida) demonstraram supressão do eixo hpa relacionada à dose, tendo a dose de 1600 mcg/dia apresentado resultados similares ao tratamento com 10 mg de prednisona oral.
Carcinogênese e mutagênese: em um estudo de 2 anos em ratos, o triancinolona acetonida não apresentou carcinogenicidade relacionada ao tratamento em doses orais de até 1,0 mcg/kg (menor do que a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos na base de mcg/m²). Em um estudo de 2 anos em camundongos, o triancinolona acetonida não apresentou carcinogenicidade relacionada ao tratamento em doses orais de até 3,0 mcg/kg (menor do que a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos na base de mcg/m²).
Não foram realizados estudos de mutagênese.
Fertilidade: nenhuma evidência de prejuízo da fertilidade se manifestou quando doses orais de até 15,0 mcg/kg de triancinolona acetonida (55% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) foram administradas em ratos machos e fêmeas. Contudo, doses orais de 8,0 mcg/kg (aproximadamente 30,0% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) causaram distocia e parto prolongado; doses orais de 5,0 mcg/kg (aproximadamente 20,0% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) causaram aumento da reabsorção fetal e de natimortos, e diminuição do peso corpóreo e da sobrevida em filhotes de ratos. Dose menor do que 1,0 mcg/kg (aproximadamente 4% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) não induziu os efeitos anteriormente mencionados.
Gravidez: categoria C do FDA (EUA). O triancinolona acetonida mostrou ser teratogênico nas doses inaladas de 20, 40 e 80 mcg/kg em ratos (aproximadamente 0,75; 1,5 e 3,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m², respectivamente) e em coelhos (aproximadamente 1,5; 3,0 e 6,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m², respectivamente). Em macacos, na dose inalada de 500 mcg/kg (aproximadamente 37,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²), ocorreram os mesmos efeitos. Efeitos teratogênicos relacionados à dose em ratos e coelhos incluíram: fissura palatina e/ou hidrocefalia interna e defeitos esqueléticos axiais, ao passo que os efeitos observados em macacos foram malformações do snc e cranianas. Não houve nenhum estudo adequado e bem controlado em mulheres grávidas. O triancinolona acetonida deve ser utilizado na gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto.
Desde a introdução dos corticosteróides, experiências orais com os mesmos em farmacologia, ao contrário das doses fisiológicas, sugerem que os roedores são mais propensos aos efeitos teratogênicos dos corticosteróides que os humanos. Além disso, devido ao aumento natural da produção de glicocorticóides durante a gravidez, a maioria das mulheres necessita de dose menor de esteróides exógenos; muitas até mesmo não têm necessidade de tratamento com glicocorticóides durante este período.
Efeitos não-teratogênicos: pode ocorrer hipoadrenalismo em crianças nascidas de mães que receberam corticosteróides durante a gravidez. Estas crianças devem ser cuidadosamente observadas.
Amamentação: não se sabe se o triancinolona acetonida é excretado no leite humano. Como outros corticosteróides são excretados no leite humano, deve-se ter cautela em caso de administração de AIRCLIN (triancinolona acetonida) em mulheres que estejam amamentando.
Uso pediátrico: a segurança e eficácia não foram estabelecidas em crianças menores do que 4 anos de idade. Os corticosteróides orais têm demonstrado causar supressão do crescimento em crianças e adolescentes, principalmente com a administração de altas doses por longos períodos. Em caso de suspeita de supressão do crescimento de crianças ou adolescentes em tratamento com qualquer corticosteróide, deve-se considerar a possibilidade deste paciente ser particularmente sensível a este efeito dos corticosteróides.
ESTE MEDICAMENTO DEVE SER UTILIZADO EM CRIANÇAS MAIORES DE 4 ANOS.
Interações medicamentosas
Interações medicamentosas significantes da droga são improváveis com doses usuais de corticosteróides inalados. Embora não haja interação definida com corticosteróides inalados, se estes medicamentos foram usados em altas doses por um período longo de tempo e ocorrer absorção sistêmica, algumas das interações vistas com corticosteróide sistêmico têm potencial de ocorrer.
Posologia e modo de usar
Pode-se observar melhora nos sintomas de alguns pacientes no primeiro dia de tratamento, obtendo-se geralmente o benefício máximo após uma semana. Deve-se realizar avaliação inicial da resposta durante este intervalo de tempo e, periodicamente, até que os sintomas do paciente estejam estabilizados. Se após 3 semanas de tratamento não se alcançar alívio adequado dos sintomas, deve-se interromper o uso de AIRCLIN (triancinolona acetonida). É sempre desejável tentar a individualização da menor dose eficaz, visando diminuir a possibilidade de efeitos adversos. Portanto, quando for alcançado o benefício máximo e os sintomas estiverem controlados, deve-se reduzir a dose para 100 mcg (uma aplicação de spray em cada narina, uma vez ao dia), que mostrou ser efetiva na manutenção do controle dos sintomas da rinite alérgica, em pacientes controlados inicialmente com 200 mcg/dia.
Adultos e crianças com idade igual ou superior a 12 anos: A dose inicial de AIRCLIN (triancinolona acetonida) recomendada é de 200 mcg (aplicação de 2 sprays em cada narina), uma vez ao dia.
Se necessário, a dose recomendada poderá ser de 400 mcg/dia e poderá ser fracionada da seguinte maneira:
-1 vez ao dia: aplicação de 4 sprays em cada narina;
-2 vezes ao dia: aplicação de 2 sprays em cada narina;
-4 vezes ao dia: aplicação de 1 spray em cada narina.
Crianças de 4 a 12 anos: a dose inicial recomendada é de 100 mcg (aplicação de 1 spray em cada narina), uma vez ao dia. Pacientes que não obtiveram controle máximo dos sintomas com esta dose, podem obtê-lo com a dose de 200 mcg (aplicação de 2 sprays em cada narina) uma vez ao dia. Uma vez que os sintomas estejam controlados, o tratamento de manutenção pode ser realizado com a dose de 100 mcg (aplicação de 1 spray em cada narina), uma vez ao dia.
INSTRUÇÕES DE USO
Preparando o spray:
1. Remova a tampa plástica e o grampo de segurança do aplicador nasal da bomba do spray.

A bomba do spray nasal deve ser preparada antes que AIRCLIN (triancinolona acetonida) seja utilizado pela primeira vez. Para prepará-la segure o frasco com o polegar apoiado no fundo e os dedos indicador e médio apoiados nas abas laterais. Certifique-se de que o frasco esteja direcionado para o alto e longe dos seus olhos. A névoa fina (jato ideal) só pode ser produzida pelo pressionamento rápido e firme. Mantenha os dedos indicador e médio fixos e pressione o polegar firme e rapidamente contra o frasco até que borrife 3 vezes. A bomba agora está pronta e pode ser utilizada.
O re-preparo diário não é necessário. Entretanto, se você não utilizar o spray por mais de 14 dias, re-prepare-o antes do uso. Borrife-o apenas uma vez ou até que uma névoa fina seja obtida. Se não for utilizado por mais de 28 dias, re-prepare com 3 borrifadas ou até que a névoa fina seja obtida.
Aplicando o produto:
1. Assoe suavemente o nariz para limpar as narinas (Fig. A).
2. Remova a tampa plástica e o grampo de segurança do aplicador nasal (Fig.B).
3. Prepare a bomba de acordo com as instruções: "Preparando o spray".
4. Incline ligeiramente a cabeça para trás. Expire lentamente.
5. Insira a ponta do spray na narina, como mostrado na ilustração (Fig.C). Feche a narina que não receberá o medicamento com um dedo da outra mão (Fig.D).
6. Inspire pela narina e enquanto inspira pressione o aplicador firme e rapidamente de forma a liberar um jato (uma dose) de spray. Expire pela boca. Caso o médico tenha prescrito 2 doses, repita o procedimento nesta mesma narina e então proceda da mesma maneira na outra narina.
7. Após o uso, limpe o aplicador com um lenço de papel e recoloque a tampa e o grampo de segurança.

Observações importantes: se o seu nariz estiver muito congestionado, seu médico pode recomendar que você use um descongestionante nasal em spray ou gotas antes do uso de AIRCLIN (triancinolona acetonida) nos primeiros 3 ou 4 dias.
Raramente alguns pacientes podem notar sangramento nasal após o uso de AIRCLIN (triancinolona acetonida). Caso isto ocorra, suspenda o uso e procure seu médico.
Limpeza: Caso o aplicador fique entupido e não libere o spray, remova-o e mergulhe em água quente durante 10-15 minutos. Lave o aplicador, deixe secar e recoloque-o no frasco. Não tente desentupir o aplicador com alfinete ou outro objeto pontiagudo.
Cada frasco de AIRCLIN (triancinolona acetonida) fornece no mínimo 120 doses. Após 120 doses, a quantidade de triancinolona acetonida liberada por spray (dose) não é constante, devendo-se descartar o frasco.
Utilize a tabela a seguir para anotar quantas vezes utilizou AIRCLIN (triancinolona acetonida). Esta é uma forma de assegurar que você utilizou as 120 doses contidas no frasco. Note que cada frasco contém uma quantidade extra de solução nasal que permite o preparo inicial necessário. Mantenha a tabela próxima ao frasco de AIRCLIN (triancinolona acetonida) ou fixe-a em local conveniente. Marque no círculo cada atuação utilizada. Descarte o frasco de AIRCLIN (triancinolona acetonida) após 120 doses.

Reações adversas
O triancinolona acetonida geralmente é bem tolerado. Em estudos clínicos realizados foram observadas as seguintes reações adversas:
Muito freqüente (≥10%): cefaléia e faringite;
Freqüente (≥1% e < 10%): aumento da tosse, dispepsia, náusea, vômito, dor nas costas, asma, gosto amargo, conjuntivite, mialgia, epistaxe, irritação nasal, ressecamento das mucosas, congestão e espirros e alguns casos raros de: febre, dor abdominal, gastroenterite e otite média.
Supressão adrenal pode ocorrer após o uso de triancinolona acetonida, especialmente se foi utilizado em altas doses e por tempo prolongado.
Embora não tenha sido estabelecida relação com o triancinolona acetonida, relatou-se um caso de perfuração do septo nasal num adulto.
Reações adversas relatadas por 2% ou mais pacientes que receberam AIRCLIN (triancinolona acetonida) em doses de 200 mcg ou 400 mcg uma vez ao dia e que foram mais freqüentes nos pacientes que receberam placebo do que AIRCLIN (triancinolona acetonida) incluem: reação no local de aplicação (por exemplo: sensação de queimação e pontadas transitórias na mucosa nasal), rinite, dismenorréia, dor e reações alérgicas.
As reações adversas relacionadas à irritação da mucosa nasal (por exemplo, reações no local de aplicação) não interferiram no tratamento. Nos estudos controlados e não-controlados, aproximadamente 0,3% dos pacientes descontinuaram devido à irritação da mucosa nasal.
Em caso de superdosagem acidental, espera-se aumento potencial destes efeitos adversos, mas efeitos adversos sistêmicos são pouco prováveis.
Superdose
Como qualquer outro corticosteróide administrado por via nasal, a superdosagem aguda é pouco provável. Em caso de administração do conteúdo total do frasco de uma única vez, por via oral ou aplicação intranasal, não ocorrerá nenhum efeito adverso sistêmico clinicamente relevante. O paciente poderá apresentar irritação nasal, cefaléia ou alguns transtornos gastrintestinais.
Pacientes idosos
Estudos específicos com corticosteróides nasais não foram realizados com idosos. Porém, problemas geriátricos específicos que possam limitar a utilidade deste medicamento nos idosos não são esperados.
Além disto, as mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens "Precauções e Advertências" e "Contra-indicações".
Dizeres legais
MS - 1.0573.0314
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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