Índice Remédio ECTRIN

Apresentações
Comprimidos: caixas com 10 20,50 e 100 comprimidos.
Suspensão oral: frascos com 50 ml e 100 ml
Uso Oral
Uso Adulto e Pediátrico
Composição
Cada comprimido de Ectrin contém: trimetoprima 80 mg, sulfametoxazol 400 mg, excipiente q.s.p.* 1 comp. *(croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio). Cada 5mL da suspensão de Ectrin contém: trimetropina 40mg, sulfametoxazol 200mg, **veículo q.s.p. 5mL. **(celulose + carmelose, glicerol, polisorbato 80, metilparabeno, propilparabeno, essência cereja, essência caramelo, simeticona, ciclamato de sódio, ácido cítrico, corante vermelho bordeaux, álcool etílico, água purificada, sacarina sódica.)
Informações técnicas
Farmacologia clínica
ECTRIN é um produto antibacteriano por excelência à base de Trimetoprima e Sulfametoxazol, duas substâncias com ação antibacteriana das mais interessantes, pois agem bloqueando o metabolismo dos microorganismos patogênicos, impedindo a síntese do ácido folínico.
Estas duas substâncias possuem em conjunto uma ação bactericida sobre os germes, o que não acontece quando empregados separadamente. São ativos em conjunto contra microorganismos resistentes a um ou outro medicamento utilizado isoladamente.
O espectro de ação do ECTRIN é amplo e atinge tanto bactérias Gram-positivas como Gram-negativas como: estreptococos, inclusive beta-hemolíticos do grupo A, estafilococos, pneumococos, gonococos, meningococos, Bordetella, Salmonella, Klebsiella, Aerobacter, Shigella e Vibrião Colérico. Tem ação ainda sobre microorganismos tais como: Haemophilus influenzae, E. coli, Proteus mirabilis e Proteus vulgaris.
Indicações
Várias são as infecções das vias e sistemas do organismo que são tratados com bons resultados pelo ECTRIN tanto no aparelho respiratório como genito-urinário, digestivo e nas infecções da pele e células subcutâneas. São tratadas com eficiência as infecções causadas por germes sensíveis do tipo: bronquiectasias infectadas, pneumonia, amigdalite, sinusite, faringite, cistite, uretrite, pielonefrite, enterite, colites, febre tifóide, paratifóide, piodermites, dermatites, furúnculos, abscessos.
Contraindicações
Ectrin não deve ser utilizado em pacientes com doenças graves no fígado e no rim quando não se puder determinar regularmente a concentração da droga no sangue, também está contra-indicado aos pacientes com alergia a sulfonamida ou a trimetropina.
Não deve ser administrado em prematuros e recém-nascidos durante as primeiras 6 semanas de vida.
Ectrin não deve ser utilizado por pacientes com sérias alterações hematológicas (no sangue) nem a pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose 6-fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se ocorrer gravidez ou se iniciar a amamentação durante o uso deste medicamento. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Uma vez que os dois compostos de Ectrin atravessam a barreira placentária, podem vir a interferir com o metabolismo humano do ácido fólico, devendo ser usado na gestação somente se o risco para o feto for justificado pelo benefício para a gestante. No caso de haver necessidade de uso, toda gestante deve receber concomitantemente 5 a 10 mg de ácido fólico diariamente. Deve-se evitar o uso no último trimestre de gestação, tanto quanto possível, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus). Informar ao médico se está amamentando. Os dois compostos de Ectrin são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima.
Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de 0 a 6 semanas.
Advertências e precauções
Existe maior risco de reações adversas graves em pacientes idosos ou em pacientes que apresentem as seguintes condições: insuficiência hepática, insuficiência renal ou uso concomitante de outras drogas (em cada caso, o risco pode ser relacionado à dosagem ou à duração do tratamento). Êxito letal, embora raro, tem sido descrito relacionado com reações graves, tais como: discrasias sangüíneas, eritema exsudativo multiforme (síndrome de Stevens-Johnson), necrólise epidérmica tóxica (síndrome de Lyell) e necrose hepática fulminante. Para diminuir o risco de reações indesejáveis, a duração do tratamento com o medicamento deve ser a menor possível, especialmente em pacientes idosos. Pacientes em uso prolongado deste medicamento devem fazer controle regular de hemograma. Caso surja redução significativa de qualquer elemento figurado do sangue, o tratamento com este medicamento deve ser suspenso. A não ser em casos excepcionais, este medicamento não deve ser administrado a pacientes com sérias alterações hematológicas. Este medicamento tem sido ocasionalmente administrado a pacientes sob uso de agentes citotóxicos para o tratamento de leucemia, sem que apresente qualquer evidência de efeitos adversos sobre a medula óssea ou sangue periférico. Devido à possibilidade de hemólise, este medicamento não deve ser administrado a pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose-6-fosfato) a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas. O tratamento deve ser descontinuado imediatamente ao primeiro sinal de rash cutâneo ou qualquer outra reação adversa séria. Nos pacientes idosos ou pacientes com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas indicativas de deficiência de ácido fólico. Estas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico. Pacientes em uso prolongado deste medicamento (em particular, pacientes com insuficiência renal) devem fazer exame de urina e avaliação da função renal regularmente. Adequada administração de líquidos e eliminação urinária devem ser asseguradas durante o tratamento para prevenir crustalúria.
GRAVIDEZ: experimentos em animais com doses bastante elevadas de trimetoprima e sulfametoxazol apresentaram malformações fetais típicas de antagonismo de ácido fólico. Com base em relatórios efetuados em mulheres grávidas, revisão de literatura e relatórios espontâneos de malformações, o uso deste medicamento parece não apresentar risco de teratogenicidade em seres humanos. Uma vez que tanto a trimetoprima como o sulfametoxazol atravessam a barreira placentária e podem, portanto, interferir com o metabolismo do ácido fólico, o medicamento somente deverá ser utilizado durante a gravidez se os possíveis riscos para o feto justificarem os benefícios terapêuticos esperados. Recomenda-se que toda mulher grávida ao ser tratada com o produto receba concomitantemente 5 a 10 mg de ácido fólico diariamente. Deve-se evitar o uso deste medicamento durante o último estágio de gravidez tanto quanto possível, devido ao risco de Kernicterus no neonato.
LACTAÇÃO: tanto a trimetoprima como o sulfametoxazol passam para o leite materno. Embora a quantidade ingerida pelo lactente seja pequena, recomenda-se que os possíveis riscos para o lactente (kernicterus, hipersensibilidade) sejam cuidadosamente avaliados frente aos benefícios terapêuticos esperados para a lactante.
Interações medicamentosas
Aumento da incidência de trombocitopenia com púrpura tem sido observado em pacientes idosos que estão sendo tratados concomitantemente com diuréticos, principalmente tiazídicos. Tem sido descrito que este medicamento pode aumentar o tempo de protrombina de pacientes em uso de anticoagulantes tipo warfarina. Esta interação deve ser lembrada quando da administração deste medicamento a pacientes sob terapêutica anticoagulante. Em tais casos, o tempo de coagulação deve ser novamente determinado. Este medicamento pode inibir o metabolismo hepático da fenitoína. Após administração deste medicamento em doses habituais tem sido observados 39% de aumento da meia-vida e 27% de diminuição no clearence da fenitoína. Se os dois fármacos são administrados simultaneamente é importante estar atento para um possível efeito excessivo da fenitoína. As sulfonamidas, incluindo sulfametoxazol, podem deslocar o metotrexato dos pontos de ligação nas proteínas plasmáticas, aumentando assim, a concentração de metotrexato livre. Este medicamento pode afetar a dose necessária de hipoglicemiantes. Relatos ocasionais sugerem que pacientes em uso de pirimetamina para profilaxia da malária em doses superiores a 25 mg/semana podem desenvolver anemia megaloblástica se o produto é usado concomitantemente. Creatinina sérica aumentada tem sido observada em pacientes tratados com sulfametoxazol-trimetoprima e ciclosporina após transplante renal. Este efeito combinado é provavelmente devido ao componente trimetoprima. Níveis aumentados de sulfametoxazol no sangue podem ocorrer em pacientes que estiverem recebendo concomitantemente indometacina.
Posologia e modo de usar
Comprimidos:
Adultos e crianças com mais de 12 anos: 2 comprimidos duas vezes por dia (manhã e noite) durante a fase aguda e depois como manutenção 1 comprimido duas vezes ao dia até o final do tratamento. Nos casos graves a dose inicial pode ser aumentada para 3 comprimidos duas vezes ao dia.
Suspensão:
No caso de suspensão para crianças observar as posologias abaixo:
Idade 6 semanas a 5 meses:
2,5 ml (1/2 colher de chá a cada 12 horas)
Idade de 6 meses a 5 anos:
5 ml (1 colher de chá a cada 12 horas)
Idade de 6 a 12 anos:
10 ml (1 colher de sopa a cada 12 horas)
A posologia acima corresponde aproximadamente à dose de 6 mg de Trimetoprima e 30 mg de Sulfametoxazol por quilo de peso por dia.
AGITE ANTES DE USAR
Reações adversas
Os efeitos adversos mais comuns são os distúrbios gastrintestinais (náusea, vômito, lesões na boca, diarréia, anorexia) e reações alérgicas de pele (rachaduras e urticária) e zumbidos nos ouvidos que desaparecem com a suspensão do tratamento. Ectrin pode aumentar a produção de urina em pacientes com edema de origem cardíaca.
Podem ocorrer, porém em casos raros: agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica, síndrome de Stevens-Johnson, dermatites esfoliativas, hepatite, glossite, falência renal, nefrite intersticial, mialgia, insônia, etc., Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.
Superdose
Em caso de ingestão aguda de doses excessivas, intencionalmente ou acidentalmente, podem ocorrer os seguintes sintomas: náuseas, vômito, diarréia, cefaléia, vertigens, inconsciência, pirexia, hematúria e cristalúria.
Discrasias sangüíneas, tontura e distúrbios mentais e visuais. Em superdosagem crônica, podem ocorrer alterações no sangue. Nesses casos, o médico deve ser procurado o mais rapidamente possível para que o tratamento adequado seja instituído. Na ingestão aguda de grandes quantidades O principal tratamento inclui a instituição de lavagem gástrica ou vômito provocado para eliminar a quantidade máxima possível do medicamento ingerido e a administração de fluidos orais forçados e administração intravenosa de fluidos para a função renal voltar ao normal.
O paciente deve ser monitorado e deve-se promover a reposição de eletrólitos.
"Em casos de superdosagem procure em centro de intoxicação ou socorro médico"
PACIENTES IDOSOS
Redução da dose deve ser efetuada em pacientes idosos com insuficiência renal e/ou hepática; em pacientes idosos pode ocorrer aumento da incidência de trombocitopenia com púrpura, se administrado concomitantemente com diuréticos, principalmente tiazídicos. Alterações hematológicas indicativas de deficiência de ácido fólico também podem ocorrer, mas estes se revertem com a administração de ácido folínico.
Dizeres legais
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Registro MS n° 1.0235.0277 ECTRINEMSBalsâmicoamônio, cloreto + guaifenesina + sulfametoxazol + trimetoprimaAntibiótico.

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