FRONTAL XR - Resultados de eficácia

Estudos Clínicos
Transtornos de Ansiedade
Frontal® XR foi comparado ao placebo em estudos duplo-cegos (doses de até 4 mg/dia) em pacientes com um diagnóstico de ansiedade ou ansiedade associada a sintomas de depressão. Frontal® XR foi significativamente melhor do que o placebo para cada período de avaliação destes estudos de 4 semanas, conforme a observação de vários instrumentos psicométricos, como a Escala de Impressão Clínica Global do Médico, Escala de Hamilton de Ansiedade, Escala de Impressão Clínica Global do Paciente e Escala de Autoavaliação dos Sintomas.
Transtorno do Pânico
A eficácia do alprazolam XR no tratamento do distúrbio de pânico foi demonstrada em dois estudos de 6 semanas, controlados por placebo de alprazolam XR em pacientes com distúrbio de pânico.
Em dois estudos de 6 semanas, com dose flexível, controlados por placebo, com pacientes que se enquadravam nos critérios de DSM-III para distúrbio do pânico, os pacientes foram tratados com alprazolam XR em uma dose que variou de 1 a 10mg/dia, sendo tomado uma vez por dia. A eficácia do alprazolam XR foi demonstrada baseando-se nas mudanças em várias medidas de frequência dos ataques de pânico, em várias medidas na Escala de Impressão Clínica Global - Clinical Global Impression, e na Escala Geral de Fobia - Overall Phobia Scale. De maneira geral, foram sete medidas de eficácia primária nesses estudos, e o alprazolam XR foi superior ao placebo em todas as sete medidas nos dois estudos. A dose média de alprazolam XR na última visita de tratamento foi 4,2 mg/dia no primeiro estudo e 4,6 mg/dia no segundo.
Além disso, dois estudos de 8 semanas, com dose fixa, controlados por placebo, de Alprazolam XR em pacientes com distúrbio do pânico, envolvendo doses fixas de alprazolam XR de 4 e 6 mg/dia, tomadas uma vez ao dia, não mostraram benefício para cada dose de alprazolam XR.
A eficácia em longo prazo de alprazolam XR no distúrbio de pânico não foi sistematicamente avaliada.
Análise da relação entre os resultados do tratamento e sexo não sugeriu nenhuma resposta diferencial baseada no sexo.
Referências bibliográficas:
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