Índice Remédio KLARICID

Apresentações
KLARICID® (claritromicina) grânulos para suspensão pediátrica 25mg/mL: frasco contendo claritromicina na forma de grânulos com marcação para acréscimo de água filtrada ou fervida e resfriada o suficiente para formar 60 mL de suspensão, adaptador e seringa dosadora para administração oral. KLARICID® (claritromicina) grânulos para suspensão pediátrica 50mg/mL: frasco contendo claritromicina na forma de grânulos com marcação para acréscimo de água filtrada ou fervida e resfriada o suficiente para formar 60 mL de suspensão, adaptador e seringa dosadora para administração oral.
Composição
Após a reconstituição de KLARICID® (claritomicina) grânulos para suspensão pediátrica 25mg/mL, cada 1mL da suspensão conterá: Claritromicina 25mg. Excipientes: Ácido cítrico, dióxido de titânio, sacarose, sorbato de potássio, goma xantana, maltodextrina, sabor ponche frutas, sílica gel e água. Após a reconstituição de KLARICID® (claritromicina) grânulos para suspensão pediátrica 50mg/mL, cada 1 mL da suspensão conterá: Claritromicina 50mg. Excipientes: Ácido cítrico, dióxido de titânio, sacarose, sorbato de potássio, goma xantana, maltodextrina, sabor ponche frutas, sílica gel e água.
Indicações
O medicamento está indicado para o tratamento das infecções da vias respiratórias, infecções da pele e infecções da boca. Também está indicado para infecções causadas por micobactérias e para tratamento do Helicobacter pylori, junto com lansoprazol e amoxicilina.
Contraindicações
O medicamento está contraindicado para o tratamento de pacientes com conhecida hipersensibilidade aos antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula. A administração concomitante de claritromicina com astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina e ergotamina ou diidroergotamina está contraindicada. Este medicamento é contraindicado na faixa etária de até 6 meses de idade.
Advertências e precauções
O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento; diarréia associada à Clostridium difficile (CDAD) foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarréia leve a colite fatal. O agravamento dos sintomas de miastenia gravis foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina. Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência renal. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes. Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e outros macrolídeos, como a lincomicina e clindamicina. Uso em crianças e lactentes: a segurança e a eficácia da claritromicina em crianças com idade inferior a 6 meses não foram determinadas. Uso na gravidez e amamentação: Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. A segurança do uso da claritromicina durante a gravidez não foi ainda estabelecida. Os benefícios e os riscos da utilização devem ser ponderados pelo médico prescritor, principalmente durante os três primeiros meses da gravidez. A segurança do uso da claritromicina durante o aleitamento materno ainda não está estabelecida, porém é sabido que a claritromicina é excretada pelo leite materno. Uso em pacientes com disfunção renal: em pacientes com depuração da creatinina inferior a 30 mL/min, a dose deve ser reduzida à metade. A administração não deve se prolongar por mais de 14 dias nesses pacientes.
Interações medicamentosas
Não deve ser usado em pacientes que estejam tomando astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina e ergonatamina ou diidroergotamina..Os seguintes medicamentos alteram ou são suspeitos de alterar a concentração de claritromicina na circulação sanguínea, por essa razão, ajustes posológicos da dose de claritromicina ou a adoção de tratamento alternativo devem ser considerados: efavirenz, nevirapina, rifampicina, rifabutina, rifapentina, fluconazol e ritonavir. O uso da claritromicina na terapia com os seguintes medicamentos pode provocar interferência: antiarrítmicos, interações relacionadas à CYP3A4, inibidores da HMG-CoA redutase, omeprazol, anticoagulantes orais, sildenafila, tadalafila, vardenafila, teofilina, carbamazepina, tolterodina e benzodiazepínicos. Outras interações medicamentosas: colchicina, digoxina e zidovudina. Interações medicamentosas bidirecionais: atazanavir, itraconazol, saquinavir e verapamil.
Posologia e modo de usar
A dose diária recomendada, para crianças de 6 meses a 12 anos, é de 7,5 mg/kg de peso corporal (correspondentes a 0,3 mL/kg de peso corporal da suspensão reconstituída de 25 mg/mL; ou correspondente a 0,15 mL/kg de peso corporal da suspensão reconstituída de 50 mg/mL), duas vezes ao dia. A duração normal do tratamento é de 5 a 10 dias, dependendo do patógeno envolvido e da gravidade do quadro. A suspensão pode ser administrada com ou sem alimentos e pode ser tomada com leite. Em pacientes com função renal comprometida, com depuração da creatinina inferior a 30 mL/min, a dose deve ser reduzida à metade. A administração não deve se prolongar por mais de 14 dias nesses pacientes. Em crianças com infecções disseminadas ou localizadas por micobactérias, a dose de claritromicina recomendada para tratamento é de 15 a 30 mg/kg de peso ao dia, divididas em duas vezes. Nesses casos, o tratamento com claritromicina deve continuar pelo tempo em que for demonstrado benefício clínico.
Reações adversas
Perturbações gastrintestinais como náusea, dispepsia, dor abdominal, vômito e diarréia; cefaléia; paladar alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas.
Reações adversas reportadas voluntariamente pela população (Farmacovigilância pós-comercialização): candidíase oral, leucopenia e trombocitopenia, hipersensibilidade, reação anafilática, raros casos de hipoglicemia, alteração psicótica, alucinação, desorientação, confusão, despersonalização, depressão, ansiedade, insônia, sonhos anormais, convulsão, tontura, distorções no sistema olfativo (parosmia) e perda total deste sentido (anosmia), normalmente em conjunto com distorções do paladar (disgeusia) e perda total da gustação (ageusia), surdez, vertigem, zumbido, prolongamento de intervalos QT, taquicardia ventricular e Torsades de Pointes,
pancreatite aguda, glossite, estomatite, descoloração dos dentes e da língua, insuficiência hepática, hepatite, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia, função hepática anormal, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, urticária, erupção cutânea, mialgia, nefrite intersticial. Exames: creatinina sérica aumentada, enzima hepática aumentada. Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência renal. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes. Em pacientes com AIDS ou outros pacientes imunocomprometidos tratados com doses mais elevadas de claritromicina durante períodos prolongados para infecções por micobactérias, é frequentemente difícil distinguir os eventos adversos possivelmente associados com a administração de claritromicina dos sinais da doença subjacente ou de uma doença intercorrente. Os eventos adversos mais freqüentes, com exceção daqueles associados à condição do paciente, foram zumbidos, surdez, vômitos, náuseas, dor abdominal, erupções cutâneas, pancreatite e elevação da amilase.
Dizeres legais
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
MS n° 1.0553.0200. KLARICID®ABBOTTInjetávelclaritromicinaAntibiótico.

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