MANTIDAN - Advertências e precauções

Efeitos sobre o SNC: Pacientes com história de crises convulsivas devem ser monitorados cuidadosamente pelo risco do agravamento do quadro. Visão borrada, deve ser acompanhada de precaução por parte dos pacientes que desempenham atividades onde a atenção e o alerta são indispensáveis (motoristas e operadores de máquinas). Tentativas de suicídio: A ingestão de altas doses, intencional ou não, pode levar a morte. A menor dose letal registrada foi de 1 g ingerida agudamente. Pacientes com história de insuficiência cardíaca congestiva ou edema periférico devem ser monitorados pois a amantadina pode tanto agravar como gerar estes quadros. Gravidez e lactação: Mantidan® (cloridrato de amantadina) não é recomendado durante o período de amamentação, pois é excretado no leite materno. Não deve ser utilizado nos três primeiros meses da gravidez e no período de amamentação. Ainda não foi estabelecida a eficácia e segurança do uso em recém-nascidos e crianças com menos de um ano de idade.
Precauções
O uso do Mantidan® (cloridrato de amantadina) não deve ser interrompido abruptamente pois os pacientes podem apresentar um quadro caracterizado por uma deterioração clínica. As doses da Amantadina devem ser reduzidas caso apareçam efeitos atropínicos com o uso da droga. Interrupções agudas do tratamento também podem precipitar agitação, delírios, alucinações, reações paranóides, estupor, ansiedade, depressão e fala pastosa. Síndrome Neuroléptica Maligna: São relatados raros casos de possível síndrome neuroléptica maligna após a diminuição ou abstinência da amantadina. Portanto, os pacientes devem ser observados cuidadosamente quando a dose da amantadina for reduzida ou interrompida abruptamente, especialmente em pacientes com uso de neurolépticos. Doenças Renais: O Mantidan® (cloridrato de amantadina) é excretado pela urina e portanto os seus níveis plasmáticos aumentam quando há diminuição da função renal. Hepatopatias: Em pacientes com doenças hepáticas a amantadina deve ser administrada com cuidado, embora uma relação específica entre a amantadina e alterações hepáticas não esteja bem clara. Cardiopatias: A dose necessita ser ajustada em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, edema periférico ou hipotensão ortostática, os pacientes com histórico de insuficiência cardíaca congestiva ou edema periférico deverão ser cuidadosamente observados, assim como os pacientes que desenvolveram insuficiência cardíaca congestiva durante o tratamento com amantadina. Outros: Pacientes com rash cutâneo e psicoses descompensados também devem ser monitorados.
Gravidez e lactação
A amantadina produz teratogenicidade em ratos. A dose de 37 mg/kg/dia (equivalente a 5,3 mg/kg/dia) não produz teratogênese ou embriotoxicidade em ratos. Não há estudos em mulheres grávidas. Malformação cardiovascular já foi observada associada à exposição materna da amantadina (100 mg/dia) durante as duas primeiras semanas de gravidez. A amantadina é excretada no leite materno.
O uso do Mantidan® (cloridrato de amantadina) durante a gravidez ou a gestação deve ser feito se, a critério médico, os benefícios excederem os riscos do uso da droga.
Uso pediátrico
A segurança e a eficácia da amantadina em crianças menores de 1 ano não está estabelecida.