APROTININA - Precauções

Existe evidência de um aumento no risco de desenvolver insuficiência renal e maior mortalidade naqueles pacientes tratados com aprotinina que têm sido submetidos a derivações cardiopulmonares utilizando hipotermia profunda e parada circulatória. Quando aprotinina for administrada, deverá assegurar-se a disponibilidade de heparina. Deve-se ter especial precaução em pacientes que já a tenham recebido anteriormente, devido ao risco de sensibilização. A administração intravenosa de antagonistas H1 (difenidramina) e antagonistas H2 (ranitidina) é um recurso valioso instantes antes de administrar a dose de carga de aprotinina. Aqueles pacientes com hipersensibilidade conhecida a fármacos e com diátese alérgica deverão ser tratados com aprotinina somente sob cuidadosa vigilância médica. Ainda na ausência de qualquer resposta à dose inicial de 10.000UIC, a dose terapêutica pode causar uma reação de hipersensibilidade (anafilaxia), o que obrigará a suspender de imediato a infusão e aplicar as medidas habituais de urgência nesses casos. Gravidez: não existe evidência de toxicidade nos estudos realizados em animais; no entanto, recomenda-se não utilizar em mulheres grávidas a menos que o benefício para a mãe supere o risco potencial para o feto. A segurança e a eficácia do fármaco em crianças não foram estabelecidas.