GALANTAMINA - Precauções

Hipersensibilidade à droga. Por seu mecanismo de ação os inibidores da colinesterase podem interferir com a atividade dos anticolinérgicos, e vice-versa. A AUC (área sob a curva em gráfico de concentração versus tempo) e a meia-vida da galantamina encontram-se aumentadas em cerca de 30% em indivíduos com insuficiência hepática moderada ou grave. Recomenda-se não usar em pacientes com clearance de creatinina inferior a 9 ml/minuto. Em virtude de os enjoos e a sonolência poderem ocorrer durante o tratamento com galantamina, recomenda-se não participar em tarefas que requeiram vigilância ou alerta, como manejo de maquinaria complexa ou condução de veículos. Os efeitos colinérgicos poderão exacerbar também aquelas patologias que determinem obstrução gastrintestinal ou íleo. O fármaco deverá ser utilizado com precaução em pacientes com asma, DPOC e outras doenças pulmonares obstrutivas. Recomenda-se cautela em pacientes com cardiopatias, como em distúrbio do nó sinusal, arritmias ou alterações da condução (bloqueio sinoatrial, bloqueio A-V ou bradicardia). No mal de Alzheimer os colinérgicos podem induzir ou exacerbar convulsões, o mesmo aconteceu em pacientes predispostos a convulsões (por exemplo: traumatismo de crânio, aumento da pressão intracraniana, alterações metabólicas). A galantamina pode exacerbar os sintomas do mal de Parkinson e, como é um inibidor da acetilcolinesterase, pode aumentar o relaxamento muscular sob anestesia durante a cirurgia e poderia gerar uma depressão respiratória por prolongamento do bloqueio neuromuscular. Utilização durante a gravidez e a amamentação: sua segurança não foi estabelecida.