LEVOFLOXACINO - Precauções

As primeiras doses de levofloxacino podem ocasionar reações de hipersensibilidade acompanhadas de colapso cardiovascular, hipotensão, choque, perda da consciência, formigamentos, angioedema, obstrução de vias respiratórias, dispneia, urticária, prurido e outras reações cutâneas. Caso haja manifestação de rash cutâneo ou outros sinais de hipersensibilidade, a administração deve ser suspensa. Deve evitar-se a exposição excessiva à luz do sol em função das reações de fotossensibilidade ocasionadas por este fármaco. Recomenda-se controle cuidadoso da glicemia nos pacientes diabéticos que façam uso concomitante de levofloxacino e agentes hipoglicemiantes orais ou insulina. O levofloxacino não altera a fertilidade nem a teratogenia em roedores com doses orais muito elevadas. Como não se dispõe de estudos adequados em mulheres grávidas, recomenda-se não administrar durante a gestação, salvo no caso em que o benefício para a mãe justifique o risco potencial para o feto. Da mesma maneira, recomenda-se não administrar a mulheres em período de amamentação em razão dos possíveis efeitos adversos que pode ocasionar à criança. Estudos em animais jovens demonstraram que o levofloxacino produz erosão nas articulações que suportam peso e outros sinais de artropatia, razão pela qual não se recomenda sua administração a crianças e adolescentes. O manuseio de automóveis ou maquinarias deve ser feito com precaução em função dos efeitos neurológicos adversos tais como sonolência e delírio provocados pelo levofloxacino. A segurança e a eficácia do fármaco não foram estabelecidas em pacientes pediátricos, adolescentes (idade inferior a 18 anos) e mulheres grávidas ou durante a amamentação.